Mostrando postagens com marcador arquitetura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arquitetura. Mostrar todas as postagens

8 de fevereiro de 2012

Artes Plásticas - J. Carlos




          "Um dos artistas que melhor captaram os traços do carnaval carioca foi o ilustrador e caricaturista J. Carlos. Nascido em 1884, começou a trabalhar profissionalmente em 1902 e daí até a sua morte em 1950 trabalhou ativamente fazendo ilustrações para diversas das maiores revistas da época. Dono de um traço limpo e elegante, foi um dos maiores representantes do estilo Art Déco no Brasil. Fez histórias em quadrinhos, publicidade, caricaturas, cenários e letras de samba, mas seus trabalhos mais conhecidos são as ilustrações que retratam o carnaval na primeira metade do século XX."









          "O fato de pensar as quatro capas simultaneamente permitiu ainda que J. Carlos soltasse sua imaginação para além das combinações cromáticas, criando no carnaval de 1927 quatro capas que juntas contam uma história. Na primeira, sob os auspícios da lua, Colombina se deixa seduzir por Arlequim, enquanto Pierrô assiste a tudo, desolado. Na segunda, o dia está raiando, Pierrô olha perplexo para Arlequim morto à sua frente. Podemos perceber que, ao lado de sua mão direita aberta, a fumaça ainda sai do revolver caído no chão. Terceira capa: terça-feira gorda, sol a pino, emoldurando a cabeça de Arlequim carregada numa bandeja, como um São João Batista, pela amante Colombina, que dança alegremente nos ombros de seu Pierrô. Quarta-feira de cinzas, quarta capa. Nela, um diabo gigantesco varre, entre serpentinas e confetes, os tolos Pierrô e Arlequim. A Colombina pela qual se disputaram a esta altura já está em casa, sonhando com os anjos. Ao lado, sem nenhum medo de ser varrida por aquele diabo que conhece bem, uma cabrocha faceira assiste à cena com ar de desdém."

Texto de Julieta Costa Sobral, AQUI





Saiba Mais Sobre J. Carlos, AQUIAQUI , AQUI e AQUI

25 de maio de 2011

Arquitetura - Museu Oscar Niemeyer

          Inicialmente projetado por Oscar Niemeyer em 1967 para a instalação do Instituto de Educação do Paraná, o chamado Edifício Presidente Humberto Castelo Branco, que possui o segundo maior vão livre do Brasil (65m) foi logo ocupado pela administração pública estadual. Quando em 2002 se resolveu transforma-lo em um Museu, além das reformas e ampliações no prédio original, viu-se a necessidade de construir um outro anexo. Foi quando Niemeyer criou um de seus projetos mais arrojados, um edifício que lembra o formato de um olho, e que se tornou mais um dos verdadeiros cartões-postais que ele projetou pelo país.











Para Saber Mais Sobre o Museu Oscar Niemeyer, clique AQUI
Para Saber Mais Sobre Oscar Niemeyer, clique AQUI, AQUI ou AQUI



E aqui, uma reportagem sobre Niemeyer e o Museu:

22 de outubro de 2010

Arquitetura



Tentaremos trazer nessa seção algumas construções que fazem parte do cenário de São José, e mostraremos também outras obras pelo país. Nesse mês, o casarão na Estação e a arquitetura em São Luis do Maranhão.

São José do Vale do Rio Preto foi perdendo ao longo do tempo o casario antigo que a caracterizava.


Uma das poucas remanescentes dessa história é o casarão da Estação, que sozinha ou em conjunto com a Ponte Preta, forma um dos cartões postais da cidade.

A gradual substituição das construções antigas por impessoais obras novas foram tirando as características de cidade pequena e acolhedora que por aqui havia.


Já São Luís deve muito de seu atrativo à preservação de seu patrimônio histórico. Em 1997, se tornou Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. Somando-se os tombamentos federal e estadual, são cerca de 3.500 edificações dos períodos colonial e imperial.


Uma das características principais da arquitetura da cidade é a utilização de azulejos para o revestimento de suas fachadas e que servia para combater o calor dos trópicos. Um viajante francês a chamou de "pequena vila dos palácios de porcelana".
Se notabilizava ainda a arquitetura da época pelo uso de sacadas com balcões em ferro, pedras de cantaria trazidas de Portugal, e mirantes. As construções da época são resquícios de uma época de riqueza em que o Maranhão era um dos maiores exportadores de algodão e cana-de-açucar.


Para saber mais sobre São Luís e a arquitetura colonial brasileira:
*http://www.cidadeshistoricas.art.br/saoluis/index.php
*http://www.vivercidades.org.br/publique_222/web/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1231&sid=5&tpl=printerview